Strony

5 de março de 2014

Meus bons amigos...



Notícias de todos quero saber
Cada um fez sua vida
De forma diferente
Às vezes me pergunto
Malditos ou inocentes?

Nossos sonhos, realidades
Todas as vertigens, crueldades
Sobre nossos ombros
Aprendemos a carregar
Toda a vontade que faz vingar
No bem que fez pra mim
Assim, assim
Me fez feliz, assim

O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo
E imperfeito

Meus bons amigos, onde estão?
Notícias de todos quero saber
Sobre nossos ombros
Aprendemos a carregar
Toda a vontade que faz vingar
No bem que fez pra mim
Assim, assim
Me fez feliz, assim

O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo
E imperfeito
Não, não, não
O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo
E imperfeito"

28 de fevereiro de 2014

Oceano


Existe em mim uma certa preguiça de existir, pensar, como se todo este oceano fosse extenso demais para ser colocado em palavras, versos, poemas, ou tão pura e simplesmente há tanto tempo ele não se traduza em palavras que perdeu o método para fazê-lo, então permanece plácido em sua superfície, calmo, com pequenas marolas, indo e vindo, mas lá no fundo em sua imensidão e profundidade, turbilhões rodopiam, correntes movimentam tudo que sou, temo, desejo, não mais sou... é o silêncio no centro do furacão, aquela quietude assustadora, ou talvez aquela paralisia diante ao caos, como se nada importasse, nada pudesse me tocar, apenas o silêncio, a placidez da superfície e o vazio.