Mais uma vez eu estou naqueles meus momentos introspectivos, daqueles onde gosto de sentar e ficar fitando o nada, sozinha com meus pensamentos, com minhas idéias, com meus sentimentos e sinceramente eu gosto deste momentos de solidão, pois são sempre encontros comigo mesma, momentos em que consigo encontrar respostas para questões profundas, confusas, mesmo que em alguns momentos isso me deixe melancólica, lacônica, distante.
Acredito que sem estes momentos de reflexão, tão íntimos, tão próprios e tão preciosos, não conseguimos ter noção do que somos, do que almejamos, do que precisamos mudar e daquilo que já mudamos sem perceber no decorrer do dia a dia. Refletir é olhar a si mesmo, mas não superficialmente, mas mergulhar nas profundezas da alma e beber de si mesmo, colher alegrias, lágrimas, pensamentos e sentimentos.
São nestas lacunas internas, que o mundo por vezes passa tão desapercebido e aparentemente imutável, que tudo acontece, pois quando olhamos para nós mesmos, esquecemos um pouco o outro e somos capazes de ouvir nossa própria voz, sem medo, mas é preciso dosar este momento, para não perder coisas importantes que passam diante dos nossos olhos e que parecem tão corriqueiras, como um sorriso inesperado, como um beijo roubado, como uma lágrima que escorre no canto da face e necessita de um afago.
Tudo na vida é preciso dosagem, estar em si, mas não esquecer o todo, estar no todo e não esquecer de si, mas ainda sim eu adoro, estes meus momentos de silêncio em frente ao espelho, onde quase nada mais importa, a não ser você mesmo...
Acredito que sem estes momentos de reflexão, tão íntimos, tão próprios e tão preciosos, não conseguimos ter noção do que somos, do que almejamos, do que precisamos mudar e daquilo que já mudamos sem perceber no decorrer do dia a dia. Refletir é olhar a si mesmo, mas não superficialmente, mas mergulhar nas profundezas da alma e beber de si mesmo, colher alegrias, lágrimas, pensamentos e sentimentos.
São nestas lacunas internas, que o mundo por vezes passa tão desapercebido e aparentemente imutável, que tudo acontece, pois quando olhamos para nós mesmos, esquecemos um pouco o outro e somos capazes de ouvir nossa própria voz, sem medo, mas é preciso dosar este momento, para não perder coisas importantes que passam diante dos nossos olhos e que parecem tão corriqueiras, como um sorriso inesperado, como um beijo roubado, como uma lágrima que escorre no canto da face e necessita de um afago.
Tudo na vida é preciso dosagem, estar em si, mas não esquecer o todo, estar no todo e não esquecer de si, mas ainda sim eu adoro, estes meus momentos de silêncio em frente ao espelho, onde quase nada mais importa, a não ser você mesmo...









